Sem esperar, bem aqui, em algum ponto frágil da metrópole paulista, o livro que trazia comigo a definiu com exatidão: " Esta cidade é o conjunto impossível de todas as cidades, onde todas as estações do ano convivem paralelamente, todos os idiomas se confundem e todas as ruas se comunicam."
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| Vila de Paranabiacaba |
São Paulo é aquele labirinto que transita entre a frenética corrida e o mistério do tempo.
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| Janela do Hotel Ibis Buget |
Entre os dias 12/06/2018 a 18/06/2018 vimos uma cidade que fervilha cultura, que mesmo sendo selva não é feita só de pedras, que é cheia de vida e muitas histórias... por trás dos seus muros há muitas memórias.
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| Parque da Luz |
No primeiro dia (12/06) conhecemos o Centro Cultural de SP, passeamos por suas exposições, depois fomos a famosa e movimentada Avenida Paulista, percorremos alguns bares e cafés, conhecemos o Mirante 9 de julho e o Café Creme.
Assim, brindamos o Dia dos Namorados.
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| Centro Cultural de SP |
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| Avenida Paulista |
No segundo dia (13/06) mergulhamos no Centro histórico: Catedral da Sé, Pateo Colegio, Mosteiro São Bento, Largo São Francisco, Faculdade de Direito, Casa da Marquesa de Santos, Caixa Cultural; almoçamos no Mercadão Municipal o famoso pão com mortadela. Terminamos a noite com o espetáculo Flores Vermelhas no CCSP e jantamos numa curcina, estilo taberna medieval.
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| Praça da Sé |
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| Catedral da Sé |
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| Catedral da Sé |
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| Pateo Collegio |
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| Theatro Municipal (Acima) |
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| Faculdade de Direito do Largo São Francisco |
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| Mercadão Municpal |
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| Paradiso Bar e Curcina |
A típica garoa paulista nos acordou logo cedo no nosso 3º dia e o friozinho (12°c) que não estamos acostumados nos acompanhou durante todo o dia. (14/06)
A São Paulo de hoje nos submeteu a um mergulho histórico, arquitetônico e artístico inigualável. O metrô nos levou à Estação da Luz, e se luz é descoberta, Eureca!
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| Estação da Luz |
Que maravilha o Parque da Luz, é preciso caminhar sem pressa e contemplar o despercebido; ao seu lado a Pinacoteca, nos perdemos em meio a telas e galerias, feito crianças no parque de diversões, três horas extasiados da mais genuína arte;
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| Pinacoteca |
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| Parque da Luz |
Seguimos ao Bom Retiro, lojas e curiosidades, depois ao Memorial da Resistência de SP, experiência política de tempos difíceis e fechamos a nossa tarde no bairro Liberdade, sensações gustativas orientais.
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| Memorial da Resistência de SP |
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| Memorial da Resistência de SP |
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| Bairro Liberdade |
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| Cafeteria 89º- Bairro Liberdade |
Começamos o dia com Luz e terminamos a tarde com Liberdade.
Fechamos a noite com o lindíssimo espetáculo Chaplin, o musical da Brodaway no Theatro Net Olímpia e depois jantamos num barzinho com temática nordestina, chamado Tatu Bola.
Os jornais apontaram ontem como o dia mais frio em São Paulo de todo ano. Essa sensação térmica sem costume nordestino nos fez levantar bem cedo, o que nos levou a fazer uma caminhada despreocupada pelo Parque Ibirapuera. (15/06)
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| Parque Ibirapuera |
Entre bosques e corredores, entre café e agasalho, entre os grafites do Kobra e dos Gêmeos, entre o MAM e o espetacular Museu Afrobrasileiro permanecemos por longas e esquecidas horas.
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| Museu Afrobrasileiro - Parque Ibirapuera |
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| Museu de Arte Moderna de SP- Parque Ibirapuera |
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Na direção dos ventos históricos fomos ao Ipiranga; irradiados com a beleza monumental percorremos o Jardim Imperial e a praça do Monumento à Independência.
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| Monumento à Independência |
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| Museu Ipiranga |
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| Jardim do Museu Ipiranga |
Como cultura nunca nos sacia seguimos ao MASP, emoção indescritível quando me deparei com Portinari e sua obra os Retirantes, logo mais como quem ganha na loteria avistei Monet, Rembrandt, Debret, Anita Malfatti...inebriados de êxtase fomos passear no Parque Trianon; seguimos o fluxo da Paulista, com os pés latejantes, mas ainda ávidos percorremos a Casa das Rosas e o Itaú cultural, fechamos a noite com uma típica massa italiana.
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| MASP |
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Parque Trianon
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| Casa das Rosas |
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| Itau Cultural |
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| Restaurante Italiano |
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Voltamos ao hotel alimentados de corpo e alma!
A madrugada fria, novamente, nos fez levantar cedo para fazer na nossa 5ª estadia (16/06) em Sampa um passeio às frenéticas ruas das compras. Primeiro o Brás, com seu corre-corre, passos apressados, pessoas de várias etnias vendendo e comprando. Depois a barulhenta 25 de Março, empurra-empurra, a todo preço um negócio a fechar, uma compra a grito, o "rapa" a espantar.
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| Ruas do Brás |
Retornamos ao hotel, fizemos uma leve e gostosa refeição no A barca, restaurante próximo ao Ibis Buget. Recarregamos as energias e fomos atrás de mais atrações culturais.
Beco do Batman, suas ruas cheias de estilo e grafites empoderados, fomos ao esperado Isso é Café e depois seguimos ao Instituto Tomie Ohtake e ao Museu da Imagem e Som.
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| Beco do Batman |
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| Loja Retrô nas proximidades do Beco do Batman |
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| Beco do Batman |
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| Cafeteria no Beco do Batman |
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| Instituto Tomie Ohtake |
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| Museu da Imagem e Som |
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Museu da Imagem e som
(O Oeste da Bahia e o nome de Barreiras aparecem nessa exposição) |
Terminamos a noite com um cheiro de café e conversas doces, no paradoxal Por um Punhado de Dólares e nos estendemos no inusitado Arte e Pizza, restaurante animado por um concorrido karaokê que funciona num antigo cabaré dos anos 60.
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| Barzinho: Arte e Pizza |
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| Cafeteria Por um punhado de dólares |
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| Banheiro da Cafeteria Por um Punhado de Dólares |
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Último dia de passeios (17/06) e escolhemos sem esperar o melhor de todos. Nos trilhos do trem da década de 50 fomos à Vila de Paranapiacaba, em Santo André, acompanhados por um nevoeiro, um friozinho tipicamente inglês e um ar sombrio de nostalgia; sem pressa como deve ser, percorremos o dia inteiro às ruas mais solitárias e cheias de histórias mudas que já encontramos.
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| Trem em direção a Paranabiacaba |
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| Estação da Vila de Paranabiacaba |
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| Vila de Paranapiacaba |
Retornamos no mesmo trem, no mesmo assento, mas nunca mais fomos os mesmos!
No dia seguinte (18/06) passeio breve, comprinhas rápidas nas proximidades do hotel, o voo a tarde nos levou rapidamente a Brasília, Park Shopping, nossa sala de espera, ônibus a noite, Barreiras ao amanhecer.
Na bagagem algumas lembranças em forma de canecas, na memória, histórias que serão revividas a cada gole de café tomado em fins de tarde.