As roupas que escolhemos para vestir representam um pouco do que somos e de como escolhemos levar a vida. Assim como o olhar, o jeito de se comportar, o que falamos e o que fazemos definem nossa personalidade.
O que vestimos não nos define, não expressa o melhor de nós, mas ajuda a melhorar algumas pendências interiores. Quando vestimos para nos agradar e não aos outros ou quando estamos com um look bafônico, que nos faz sentir poderosas aumentamos a nossa autoestima e elevamos nosso ego.
E, isso importa? Acredito que sim.
É uma pequena parte de nós que nos desperta para a beleza de ser/estar no mundo.
É libertador quando vestimos os nossos gostos, as nossas próprias tendências e não nos importamos muito com o que o outro acha que devo trajar.
Modifico minhas roupas porque acredito que elas acompanham as minhas mudanças, os meus diferentes estilos para cada fase.
Esse vestido foi lindo durante um tempo, esses dias percebi que não estava me sentindo bonita com ele, achei que estava me deixando mais gordinha e com aparência mais velha (o que não é nenhum problema) mas senti que poderia revigorá-lo. Com ajuda da minha paciente costureira de plantão, Juliane, o transformei.
Esse outro vestido comprei para usar na gravidez que não seguiu, mas não quis me desfazer dele e como era próprio para essa fase também achei que não ficava mais interessante.
Transformamos em uma saia midi que associada a um tênis e uma tshirt dá um ar super moderno e jovem.
Esse outro vestido já o tenho há uma década. Usei de diferentes maneiras, mas vi que desfazer dele era um pouquinho difícil, amo sua estamparia, então, porque não transformá-lo em uma saia e duplicar seu uso?
Mais adequada para trabalhar :
Mais descolada e jovial:
Dar uma nova oportunidade a roupa é deixar que a peça não fique engavetada!





