domingo, 14 de julho de 2013
sexta-feira, 28 de junho de 2013
Roupa completa do marido transformada em look moderno e feminino
Primeiro, senti o cheiro de quase mofo de uma blusa social do meu "marido", que provavelmente não usava desde seu 1º casamento, é, é verdade, não rasguei, queimei ou joguei fora como quase todas as mulheres fazem...rs. Resolvi reaproveitá-la e, fiz tudo sem precisar de máquina de costura.
Passo a passo:
1º) Cortei as mangas e dobrei-as, preguei tachinhas ao seu redor para não desfiar.
2º) As mesmas tachas preguei no bolso.
3º) Fui num armarinho da cidade e enchi os ombros de ilhóis.
4º) Troquei os botões de plástico por botões sintéticos dourados.
Pronto!
Camisa reformada, ótima aquisição.
Mas, o look não ficou completo, então, resolvi tomar posse de uma calça social do meu "marido".
Material da vestimenta: tecido de algodão na cor bege, o que facilitou a modificação completamente.
Passo a passo:
1º) Cortei as pernas da calça na altura que desejei.
2º) Levei na minha querida costureira Zenaide onde apertou, ajustou e fez a barra.
3º) Comprei tintol para roupa nas cores azul e amarelo e fiz tingimento, que levou dois momentos.
4º) Por último preguei tachinhas douradas em um dos bolsos de traz para dar um charme a mais.
Tchan Tchan Tchan!
E, aí, vamos vasculhar os guarda-roupas, e fazer novos looks?
sexta-feira, 7 de junho de 2013
Botões, queridos botões....
Como já disse, guardo tudo e porque não guardar botões?
Gente, quanta roupa rasgada, estragada, usada, manchada jogamos fora e os botões ficam impecáveis.
Coitados! Vamos guardá-los, uma hora eles se transformam e viram peças exclusivas.
Coitados! Vamos guardá-los, uma hora eles se transformam e viram peças exclusivas.
O sapato encontrei na net, mas o colar, eu fiz.
O que acharam?
O antes e depois de uma cadeira
Sempre tenho mania de guardar objetos, na verdade tenho dificuldade para me desfazer deles, porque sempre acho que terei uma boa ideia para transformar essa peça em algo útil para minha casa ou para usar.
Resolvi dar uma nova cara a uma cadeira que uso desde os meus 15 anos, estava prestes a abandoná-la quando surgiu a ideia:
Lixei a cadeira toda, passei duas camadas de spray acrilico dourado fosco, comprei tecido grosso com estampa Marilyn Monroe, levei na costureira e pronto:Como renovar o guarda-roupa, os acessórios e decorar a casa sem gastar muito?
Acompanhar sempre a moda da última estação fashion sai caro, levar para casa aquela mobília linda e retrô da mais top loja de decoração e utilidade detona qualquer orçamento da classe.... que classe é a nossa mesmo?
Então, a partir de hoje irei postar no blog algumas customizações que faço, com minhas próprias roupas, com blusas e calças do meu marido e do meu pai que estão engavetadas a tempos sem usar, com aquele sapato velho e desbotado, com o vestido que embora tenha usado pouco, enjoei, enfim objetos que não consigo jogar fora porque vejo sempre uma oportunidade de adequá-lo ao meu estilo de vestir e à minha casa.
Também pesquiso coisas bacanas na net ou garimpo nas ruas da minha cidade e faço misturas dos mais variados materiais. Acredito que guardar essas ideias só no meu caixote é egoísmo, então fiquem a vontade para copiar, perguntar, inspirar-se, renovar-se!
Também pesquiso coisas bacanas na net ou garimpo nas ruas da minha cidade e faço misturas dos mais variados materiais. Acredito que guardar essas ideias só no meu caixote é egoísmo, então fiquem a vontade para copiar, perguntar, inspirar-se, renovar-se!
segunda-feira, 6 de maio de 2013
Barreiras e as ruínas do descrédito
“Barreiras e as ruínas do descrédito”, por Daiane Rodrigues
Postado dia 06 de maio às 14h44min em: Barreiras pelo site www.zda.com.br
Representação na residência do coronel Amphilophio Lopes
Lentamente o patrimônio cultural e histórico da
cidade é diluído por interesses particulares e políticos, ora prédios
que guardam a memória barreirense e enobrecem o urbano são demolidos e
levados ao esquecimento, em outro momento patrimônios públicos são
doados ao acaso.
Em razão disso, providenciei com urgência reunir um
grupo de alunos para visitar o mais antigo frigorífico da região Oeste. O
lugar parece um castelo, paredes altas e soberanas, portas e janelas
exuberantes. O recinto, envolto de máquinas gigantescas que se locomovem
a todo vapor em tempo de muito trabalho. Esse passeio nos transporta
para outra década. Olhares encantados e curiosos rondam as salas que
transpiram histórias. Satisfeita, penso: que lição para esses jovens!
Contudo, quando menos espero, o estrondo das ruínas nos desperta para a
realidade: era só um sonho.
Ruínas na rua Barão de Cotegipe – Centro histórico
Cercas destruídas, janelas aos pedaços, provavelmente
a muito sem abrir, paredes demolidas, maquinário enferrujado, objetos
amontoados e o mato que já passa de um metro e meio da altura do
entorno. Ah! Têm vários visitantes sim... Ops! São ratos, baratas,
cobras... Enfim, animais “cultos e preocupados” com o patrimônio que os
alimenta.
Antigo prédio do matadouro
Assim está o casarão do século passado, conhecido por
Matadouro, antigo frigorífico de Barreiras que abastecia a região,
primeira construção do gênero de que se tem notícia no município de
Barreiras, quem sabe até do Estado da Bahia. Situado em ponto alto da
cidade, o que sugere uma vista panorâmica em diversos ângulos, poderia
ser transformado em Museu da família Balbino, já que a mesma é
proprietária particular de muitas ruínas construções históricas da
cidade ou, serviria ao menos, para imortalizar as lembranças de outrora e
retribuir com respeito à acolhida barreirense.
Hoje o ilustre lugar fica ao meio de uma quadra de
futebol e uma piscina municipal. Algumas pessoas praticam esporte ao seu
redor. Mas, o que será que pensam estes frequentadores? E a população?
A frase conceitual afirma: um povo sem passado é um
povo sem memória. Pois, se assim é, aqui em Barreiras a população
sofrerá de amnésia, Alzaimer. Esvairemos até o esquecimento de nossas
raízes?
Cais de Barreiras. Ao fundo, lado direito, o antigo La Barca
No momento desse devaneio o tempo toma conta das
construções antigas da cidade: Casa Vermelha, antigo local comerciário,
destruído... Hoje, estacionamento particular/ La Barca, ponto de
encontro dos barqueiros do Rio Grande, destruído... Hoje, ciclovia para
transeuntes/ prédio de “Manezin Rabo de Taca” na praça Coronel Antonio
Balbino (Praça de Alimentação) é o patrimônio mais recente a cair por
terra. Sabe Deus no que será transformado!E assim, inúmeros prédios,
casarões e casebres se rendem às ruínas do descrédito, mas... Pensamento
positivo: acredito que a população, o IPHAN, o governo municipal e
estadual ficam torcendo para que as construções se mantenham de pé.
Pena!... Não dá para congelar o tempo. Quando o homem não cuida, as
ruínas são implacáveis.
Antigo armazém de “Manezin Rabo de Taca”
Daiane de Moura Rodrigues
Prof.ª Especialista em Estudos Linguísticos: Leitura e Produção de Textos pela UNEB.
Prof.ª Especialista em Estudos Linguísticos: Leitura e Produção de Textos pela UNEB.
segunda-feira, 8 de abril de 2013
Caixote de ideias acessíveis, o começo...
Não foi por acaso que escolhi esse
nome para o blog, amo reaproveitar... de
roupas a objetos de decoração, de botões perdidos a quadros esquecidos,
de caixote de madeiras a ideias ultrapassadas... tudo cabe aqui, nada é
desperdiçado!Podemos reciclar objetos e também nossas ideias, nossos valores e atitudes!
Não foi por acaso que escolhi esse nome para o blog, amo reaproveitar... de roupas a objetos de decoração, de botões perdidos a quadros esquecidos, de caixote de madeiras a ideias ultrapassadas... tudo cabe aqui, nada é desperdiçado!Podemos reciclar objetos e também nossas ideias, nossos valores e atitudes!
Entre comigo nesse caixote! .JPG)
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